O QUE FAZER COM ESSA “TAL” LIBERDADE

A faculdade de cada um agir ou decidir segundo sua própria determinação , o estado ou condição determinante que torna o homem liberto de influências e que não o aprisiona em determinado “contexto” é liberdade.
A liberdade individual sobretudo vem do argumento de que o ser livre não perde inteiramente suas particularidades tão pouco se rotula no que diz respeito a padrões impostos pela sociedade que aparentemente liberta e constrói.
A liberdade dentro do sistema capitalista se refere ao aprisionamento da mente humana. Permitindo a limitação do pensamento e desenvolvimento humano , o sistema capitalista torna o homem incapaz de desenvolver um raciocínio verdadeiramente questionador o limitando coagindo assim a suas ações.
Uma vez que o sistema capitalista domina as classes, o liberalismo econômico liberta a desigualdade social, já que o Estado constituído não intervêm na economia, a classe dominante garante uma livre iniciativa garantindo assim seu bem estar social, tornando os menos favorecidos dependentes da função de abastecer o coletivo através da sua força de trabalho.
Os sinais claros de que a “democracia capitalista”, nada mais faz do que desrespeitar a condição humana se externa na desigualdade social observada diariamente.
A liberdade é um meio não um fim de outorgar o indivíduo a determinar e escolher suas ações, ou seja, decidir de qual modo deseja viver, de forma que sua vida social não se afunile a medida que esse individuo entende que os grilhões que o aprisionam ocasionam danos irrefutáveis a sua vivência cotidiana.
A liberdade não constrange, ela entra em conformidade com a lei moral que entregamos a nós mesmos. a liberdade não implica a pobreza, tão pouco a limitação do dever da compreensão e do respeito as condições diversas.
A autoridade e o poder se detêm na pretensão de saber, relaciona-se em dominar uma verdade como absoluta não defendendo o direito do respeito a diversidade. O libertário defende uma prática, onde a liberdade absoluta ir restringe o indivíduo. Essa prática dentro do sistema capitalista se torna-se ineficaz, uma vez que dentro desse sistema o ser humano se torna incapaz de entender o verdadeiro conceito libertário.
Partindo do pressuposto que dentro do sistema capitalista o homem é condicionado a entender que ele é servo do outro sucessivamente, é impossível que haja liberdade, pois a idéia inicial do Estado como força mediadora se torna deturpada quando através da intervenção burguesa o homem passa a ser dominado. Para que haja entendimento sobre o que é liberdade absoluta o homem necessita em sua total racionalidade  agir conforme o bem estar do todo entendendo então que ele caminha ao lado de seu semelhante e não sob ou sobre  o mesmo, assim ele passará a ser livre.

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